Projecto Próprio – Design e Comunicação Lda. Lisboa. Portugal
Workshop sobre propriedade intelectual, copyright, fair use, creative commons, culture jamming, sampling e apropriação, vagamente inspirado por um texto de David Reinfurt.
Produção: Comunicar Design (Cristiana Pena)
Imagem gráfica para a exposição das comemorações da maior lenda de amor trágico (tipo Romeu e Julieta) da História de Portugal. O título é retirado ao poema épico “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, onde se evoca o amor de D. Pedro I, rei de Portugal, e D. Inês de Castro, rainha depois de morta.
Usámos a imagem vernacular da doçaria tradicional portuguesa criando uma iconografia de reconhecimento e suavizando esta história de faca e alguidar, ao mesmo tempo que aludimos à actividade epistolar dos amantes reproduzindo nas guardas da publicação padrões do interior de envelopes.
Curador: Alexandre Melo
Direcção de arte e design: António Silveira Gomes
Materiais produzidos: catálogo, convite.
Imagem gráfica para uma exposição sobre Arte Cinética.
Movimento, ilusão óptica e interactividade serviram de inspiração para o projecto gráfico. O “Manifesto Jaune” – o manifesto da Arte Cinética – foi reproduzido num ‘quase’ fac-símile que implicava que o leitor tinha de rodar a publicação em todos os sentidos para o poder ler.
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) and Cláudia Castelo (project manager)
Designer gráfico: Patrícia Maya
Materiais produzidos: catálogo, convite e sinalética.
Imagem gráfica da exposição de João Maria Gusmão e Pedro Paiva para a representação oficial portuguesa na Bienal de Veneza 2009. O projecto pede o título emprestado ao livro de Joseph Priestley onde o autor apresenta uma série de experiências científicas sobre ar e gás, nomeadamente a descoberto do oxigénio.
O colophon da publicação justifica algumas das opções formais do catálogo.
“The primary font used throughout this book is John Baskerville Text, in a version digitalised in 2001 from a collection of rare books originally printed by John Baskerville circa 1750. This typeface exudes the original spirit of Baskerville’s creations, reinforcing the strongly contrasted strokes, fine serifs and exquisitely fluid lines, enhancing the rhythm of the italics. The main physical characteristics of his typeface are the open loop of the lowercase “g”, a swash-like tail on the “Q”, the pointed apex of the “A” and a distinct cursive uppercase “J”. John Baskerville (1706-1775) was a headstone engraver, atheist and anti-clerical, master of calligraphy, typographer and printer in Birmingham, home city to the Lunar Society, an informal group of industrialists, natural philosophers and intellectuals whose ranks included Joseph Priestley whose work gives its name to this exhibition, and Erasmus Darwin, Charles Darwin’s grandfather. There is no record of these gentlemen ever having met; however, Benjamin Franklin, an associate of the Lunar Society, did meet Baskerville and greatly preferred his innovative print work to the Caslon typeface that predominated in that era. Baskerville drew upon his knowledge of printing inks and paper production to manufacture improved black ink and perfect the quality of paper. He made the most of blank space within his book layouts, and tried to keep ornament to a minimum, in his quest for austere and elegant books.”
Curador: Natxo Checa
Artistas: João Maria Gusmão + Pedro Paiva
Editor: Mattia Denisse
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) and Cláudia Castelo (project manager)
Designer gráfico: Patrícia Maya
Materiais produzidos: catálogo, posters, convites e anúncios de imprensa.
“Flirt é: um fax, um computador e uma carrinha.” dizia o editorial do número zero. A flirt foi um projecto editorial, uma joint-venture entre a Zé dos Bois e a barbara says que durou 27 números. Em tempo de vacas gordas com a Expo’98 à porta, a flirt era um bastião da resistência underground e a prova que havia vida cultural no outro extremo da cidade.
Os 6 primeiros números, clássicos do design e do jornalismo nacional, têm pérolas como: “As grandezas e misérias das drogas que fizeram o séc. XX” uma série de crónicas de António Pocinho sobre drogas: da televisão ao automóvel; os artistas nas páginas centrais – Alexandre Estrela, Rui Toscano, Fernando José Pereira + Miguel Leal, Rigo 23, Miguel Leal – mas em versão mais pudica; os clássicos “Ócios”, roteiros seleccionados de temas aparentemente inverosímeis como as melhores tascas (Gilberto Gouveia), shopping no Martim Moniz ou as melhores sapatarias e podólogos da cidade.
Editor: Cláudia Castelo
Núcleo Duro Flirt: António Pocinho, Gilberto Gouveia, Pedro Moura, Mário Cameira, Francisca Bagulho, Natxo Checa, Manuel Henriques, Kika, José António Moura, Pedro Santos, Nuno Carvalho
Design gráfico: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos e José Albergaria
Na passagem dos escudos para os euros a flirt mantém a mesma fórmula vencedora, mas mais engagé com a política cultural nacional através da publicação de um balanço sobre a produção e financiamento da arte contemporânea; mantém os pontas de lança António Pocinho, e Gilberto Gouveia com dois dos melhores “Ócios” de todos os tempos: um roteiro das melhores casas de banho e zonas de queca de Lisboa; e ainda uma série de crónicas sobre cidades com dor de cotovelo de não terem uma flirt, pelos seus melhores anfitriões: JP Simões (Coimbra), Pedro Mesquita (Porto), Alberto Pereira e Miguel Calvete (Caldas da Rainha), Alexandre Pascoal (Ponta Delgada); Braga (Zé Bernardo); Tavira (Vítor Pomar).
Número de aniversário em versão aumentada.
Entrevista com Paul Virilio, a cidade de Santarém vista pelo artista Fernando Brito (um dos homeostéticos) e a importância do som dos objectos pelo designer Gonçalo Falcão.
Na passagem para o novo milénio mantém-se a rubrica “Ócios” com mais 2 best of: um especial sobre praias e peixe semi-fresco ou um roteiro 5 estrelas. Ainda as entrevistas com Pierre Bourdieu, Jean Baudrillard, Guillermo Gomez Peña e um glossário de Roy Ascott. Para os amantes do formato super 8 um especial como fazer um laboratório de revelação em casa.
Em formato mais pequeno e edição bimestral a flirt experimenta alguns números temáticos: Conspiração: com um texto seminal de António Pocinho “Os hereges da SIDA”; Fenómenos para-normais: o trabalho de David Hoffos e a antroposofia de Rudolf Steiner; Turismo e Lazer: com uma entrevista ao curador e artista angolando Fernando Alvim e uma ficção sobre a Trafaria. Nos números avulsos: Jack Smith versus Pokémon versus Isabel Carvalho.
Editor: Cláudia Castelo
Núcleo Duro Flirt: António Pocinho, Gilberto Gouveia, Pedro Moura, Mário Cameira, Francisca Bagulho, Natxo Checa, Manuel Henriques, Kika, José António Moura, Pedro Santos, Nuno Carvalho, Susana Pomba
Graphic design: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos e José Albergaria
2001 foi ao mesmo tempo o apogeu e o fim da flirt. Alguns números temáticos outros não mas sem dúvida a maturidade a chegar a um projecto condenado a ser adolescente.
Um número dedicado à ocupação de espaços devolutos na cidade com um guia prático para okupas; a ocupação artística das Tercenas do Marques e uma artigo ainda actual (8 anos depois) sobre as casas vazias em Lisboa.
E ainda Angela Davis; entrevista a Kalle Lasn (editor da Adbusters), a republicação do manifesto “First Things First”, Critical Art Ensemble, Manuel de Landa, Geert Lovink e Negative Land.
Editor: Cláudia Castelo e Pedro Ornelas
Núcleo Duro Flirt: António Pocinho, Gilberto Gouveia, Pedro Moura, Mário Cameira, Francisca Bagulho, Natxo Checa, Manuel Henriques, Kika, José António Moura, Pedro Santos, Nuno Carvalho, Sofia Oliveira
Graphic design: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos e José Albergaria
Direcção de arte de uma publicação dedicada ao azeite e aos prazeres da vida. Azeite, arte, poesia, fotografia, culinária, rótulas de azeite, geologia e dicas sobre como matar a mosca do azeite numa publicação editada por Roger Teixeira Lopes.
Editor: Roger Teixeira Lopes
Design gráfico: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos e José Albergaria
Direcção de arte para a revista da Ordem dos Arquitectos dirigida pelo arquitecto Manuel Graça Dias.
Editor: Manuel Graça Dias
Design gráfico: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos e José Albergaria
Direcção de arte para a revista da Ordem dos Arquitectos dirigida pelo arquitecto Manuel Graça Dias.
Editor: Manuel Graça Dias
Design gráfico: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos e José Albergaria
Direcção de arte para a revista da Ordem dos Arquitectos dirigida pelo arquitecto Manuel Graça Dias.
Editor: Manuel Graça Dias
Design gráfico: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos e José Albergaria
Catálogo and corporate identity for the official Portuguese chapter of the Venice Biennale of Architecture 2008.
O projecto inspirou-se nos transferes de letraset usados em arquitectura antes dos computadores. Cada atelier escolheu uma imagem que foi transformada num transfer ao mesmo tempo que se utilizou essa textura tornando a tipografia mais orgânica.
Direcção de arte e design gráfico: António Silveira Gomes (designer)
Design gráfico: Francisca Mendonça e Mafalda Anjos
Materiais produzidos: catálogo, convite, poster e anúncios de imprensa.
Catálogo da exposição que contextualizava as peças apresentadas como um manual técnico de uma fábrica de produtos voláteis.
Direcção de arte e design: António Silveira Gomes, Nuno Horta Santos
Direcção de arte para o nº 50 da revista de arte e moda parisiense. Escolhemos publicar o trabalho de 3 fotógrafas: Patrícia Almeida que retrata a fauna e flora do litoral português mais selvaticamente destruídos pelas especulação imobiliária dos 80’s; as snapshots obsessivas de Susana Pomba sobre as noitadas de Lisboa; e a intimidade do dia-dia vista por Catarina Botelho.
A capa do livro tipo filme de ficção científica série Z pode confundir os leitores incautos sobre o tema desta publicação – Abissologia – uma para-ciência do indiscernível, termo apropriado pelos artistas JMG e PP que exploram o tema através de uma compilação de textos de uma série de cientistas, poetas, escritores, filósofos e críticos. O livro combina texto e imagem não criando nenhuma distinção entre as obras dos artistas e imagens de outras proveniências.
Artistas: João Maria Gusmão e Pedro Paiva
Curador: Natxo Checa
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) and Cláudia Castelo (projecto manager)
Design gráfico: Patrícia Maya
Materiais produzidos: livro.
Publicação paralela à exposição homónima dos artistas João Maria Gusmão + Pedro Paiva. O projecto tem como ponto de partida o romance de Victor Hugo “O Homem que Ri” sobre um fenómeno meteorológico cuja manifestação está à margem do comunicável e compreensível.
“Há quem queira explicar tudo no vento e na vaga. Ora no ar há uma força que não reside no vento, e na água uma força que não reside na água, é o eflúvio.” in “O Homem que Ri” Vitor Hugo.
Na mesma publicação, texto de Alfred Jarry, Friedrich Nietzche e Andrei Tarkovsky.
Editores: João Maria Gusmão + Pedro Paiva
Direcção de arte e design gráfico: António Silveira Gomes
Materiais produzidos: revista.
Atenção! Isto não é um programa, mas uma publicação paralela à actividade colectivo de artistas neo-falsistas denominado de Teatro Praga. Cada número procura construir um paralelo entre o texto, a experiência performativa e as idiossincrasias de cada peça. A publicação é vendida à entrada da sala de espectáculos e durante os intervalos pela própria editora num estamine improvisado tipo “barraca de beijinhos”.
Props 1 e 2 foram editados em conjunto para peça “Demo”; o primeiro consistia numa série de textos em torno da peça, num desdobrável na tradição dos ridiculous Mad fold-ins com um insert de publicidade spam; o segundo é uma revista virada do avesso com portfolios de 4 artistas envolvidos na peça: Gabriel Abrantes, Pedro Lourenço, Vasco Araújo e Kevin Blechdom.
Editor: Susana Pomba
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) e Cláudia Castelo (project manager)
Design gráfico e recolha de spam: Patrícia Maya e Alexandre Castro.
Materiais produzidos: revista e brochura.
Apoio editorial na criação de pequenas publicações para o serviço educativo da Ellipse Foundation. O uso da cor, as ilustrações temáticas e o lettering foram as ideias fortes do projecto criando ao mesmo tempo distinção e similitude com a identidade da Ellipse.
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) and Cláudia Castelo (project manager)
Design gráfico: Patrícia Maya
Materiais produzidos: identidade gráfica, convite, revistas e material de apoio
O projecto editorial para a instalação da artista Filipa César, um projecto semi-documental sobre a clandestinidade e a fronteira na ditatura salazarista. O convite é o mapa do local retratado na peça onde o próprio suporte (papel) evoca a dicotomia da fronteira – apenas à transparênia os dois lados do papel completam a informação do mapa. Para a capa do bookzine utilizou-se uma folha de papel azul pautado como referência à burocracia da polícia política.
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) and Cláudia Castelo (project manager)
Design gráfico: Patrícia Maya
Materiais produzidos: convite e booklet
Direcção de arte de uma publicação dedicada ao azeite e aos prazeres da vida. Azeite, arte, poesia, fotografia, culinária, rótulas de azeite, geologia e dicas sobre como matar a mosca do azeite numa publicação editada por Roger Teixeira Lopes.
Editor: Roger Teixeira Lopes
Design gráfico: António Silveira Gomes
As confrarias são Irmandades que se associam para partilhar e promover um interesse comum.
A revista Bebes.comes é a voz da Confraria dos Gastrónomos e Enófilos de Trás-os-Montes e Alto Douro que pretende nas suas páginas passar para as futuras gerações receitas, saberes e costumes que são o património cultural de uma região… ah, e a desculpa ideal para organizar opulentos manjares festivos.
Editor: António Manuel Monteiro
Direcção de arte: António Silveira Gomes
Designers gráficos:
Sílvia Prudêncio, Patrícia Maya, Alexandre Castro
Catálogo e materiais de comunicação para a exposição monográfica de Amália Rodrigues – ícone nacional, personificação do Fado (a canção lisboeta por excelência) e diva do povo.
O catálogo assume-se como o repositório de um legado imenso constituído por fotografias, recortes de imprensa, cartazes, jóias, vestidos e uma série de memorabilia própria das grandes estrelas. Alguns documentos, pelo seu valor ou carácter excepcional, foram fac-similados e encartados dentro da publicação.
Curador: Jean-François Chougnet
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) and Cláudia Castelo (projecto manager)
Design gráfico: Patrícia Maya
Materiais produzidos: catálogo, convite, desdobrável e sinalética de exposição.
Atenção! Isto não é um programa, mas uma publicação paralela à actividade colectivo de artistas neo-falsistas denominado de Teatro Praga. Cada número procura construir um paralelo entre o texto, a experiência performativa e as idiossincrasias de cada peça. A publicação é vendida à entrada da sala de espectáculos e durante os intervalos pela própria editora num estamine improvisado tipo “barraca de beijinhos”. Props 3 – dedicada à catástrofe. Props 4 – é um saco de pano.
Editor: Susana Pomba
Direcção de arte: António Silveira Gomes (designer) and Cláudia Castelo (project manager)
Design Gráfico: Patrícia Maya and Alexandre Castro
Materiais Produzidos: publication and brochure
Exposição colectiva de uma série de artistas portugueses da geração de 90 que resultava como um comentário político à feira universal Expo’98. Temas como a crise de identidade, direitos humanos, liberdade de expressão, guerra, exclusão social eral alguns dos temas tratados pelos artistas: Paulo Mendes, Filipa César, António de Sousa, Inês Carolina, Paulo Scavullo, Tiago Batista, Rui Toscano, Miguel Soares, Alexandre Estrela, Miguel Palma, Ruy Otero, Pedro Amaral, Rita Ferrão, Patrícia Garrido, Heitor Fonseca, Marina Reker, Eva Mota, António Nascimento, Ana Pinto.
Curators: Carlos Roque, Pedro Cabral Santo
Graphic design: José Albergaria, Nuno Horta Santos, António Silveira Gomes
Produced materials: Catálogo
Não existe tradução.
John Latham (uk), Pat O´Neill (us), Liliane Lijn (us), Jesse Stead (us)
Posters serigrafados por: by Mike Goes West
Numa edição de: 18
Trabalho experimental desenvolvido no âmbito de uma pós-graduação na FA-UTL. Explorando os conceitos de jornal de parede, papel de embrulho de pastelaria, “cultural probes” e computação ubíqua, “Pão” era uma publicação de bairro distribuída nas padaria.
Prototype:
Graphic Design and Research: António Silveira Gomes
Acknowledgements: Monica Mendes, José Brandão and Tereza O. Cabral.
Screenprinting: Mike Goes West
Sortido de flyers e material de divulgação feito para a ZDB – Zé dos Bois.
Graphic Design: Nuno Horta Santos, José Albergaria, António Silveira Gomes
Padre António Vieira antialias, uma dor de cabeça para os séniors ou uma leitura contemporânea de um homem vanguardista no seu tempo. Este projecto foi uma parceria com as arquitectas Rita e Catarina Almada Negreiros que trazem para os seus projectos um uso renovado da arte azulejar portuguesa.